quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Te Contei-3º bimestre



As séries podem substituir as novelas?
Já há algum tempo o público de televisão vem mudando, e as emissoras tentam acompanhar isso. A ascensão da TV por assinatura a preços acessíveis, a internet móvel, plataformas como YouTube, Netflix e serviços On Demand mudaram a forma como assistimos televisão, afinal é muito mais fácil assistir algo na hora que você quiser e puder sem a limitação de horário imposta pela TV tradicional.  Muitos céticos afirmaram que a chegada da internet seria a morte da TV, mas disseram há décadas que a TV seria a morte do rádio e não foi, que o videocassete seria a morte do cinema e não foi. Os meios de comunicação se adequam, e a televisão se adéqua seja tentando produzir conteúdo com características e referências globais (Como aconteceu com Supermax) seja forçando uma interação com o público da internet.
           O brasileiro tomou gosto pelas séries, afinal são mais histórias, menos episódios e dá para acompanhar de forma mais “fácil” que as novelas que são longas e chegam a durar de 7 a 8 meses. Há quem diga que as novelas serão substituídas pelas séries em breve. Tomando como exemplo, a emissora americana de TV aberta NBC, vemos que ela possui atualmente 6 seriados no ar, que são exibidos em seu Prime Time (Horário Nobre nos Estados Unidos), durante 5 dias da semana (sextas e sábados são dias com audiência baixa na TV americana portanto a emissora não coloca nenhuma de suas séries nesses dias).
Numa emissora como a Globo que possui até 5 horários para novelas inéditas (incluindo aqui Malhação e novelas das 23 horas), trocar suas novelas por séries seria impossível, visto que ela precisaria de pelo menos 15 séries inéditas para compor a grade, já que cada série só leva ao ar 1 episódio por semana.
Outro fator prejudicial: O sucesso da Netflix e serviços on demand no Brasil está justamente na facilidade de se assistir séries em sequência, numa só tacada, sem ter que esperar por uma semana até o próximo episódio. Desenvolvemos esse comportamento como? Assistindo à novelas. Talvez esse tenha sido um dos motivos pelo qual Supermax funcionou no aplicativo Globoplay e não funcionou na TV. As pessoas foram perdendo gradativamente o interesse ou se esquecendo que a série era exibida apenas às terças-feiras.
Esperamos sim, que o mercado televisivo cresça e muito em 2017, apresentando novos formatos, novas séries, e tudo que possa colocar o Brasil como grande criador de conteúdo, mas ainda é cedo para descartar o formato novela, que faz sucesso há mais de 50 anos em toda a América Latina, onde nosso país sim, se destaca.
https://observatoriodatelevisao.bol.uol.com.br/critica-de-tv/2017/01/as-series-podem-substituir-as-novelas
Comentário:
Em minha opinião, as séries são bem melhores que as novelas, porque além de não terem comerciais, nós podemos vê-las em qualquer lugar e a qualquer hora.
Eu assistia muita novela, então conheci um aplicativo chamado Netflix que de pouco em pouco foi crescendo cada vez mais no Brasil e hoje em dia eu não conheço ninguém que nunca tenha ouvido falar.
Como a reportagem falou, cada vez mais os programas da televisão por assinatura têm tentado atrair mais gente com séries que eles produzem e que realmente são muito boas, só que eu acho que não conseguem pelo fato de que ninguém mais quer estar a disposição da televisão.
As séries são como filmes só que são filmes contados em detalhes, tanto que já transformaram filmes adorados por todo o mundo, em séries, como o que aconteceu com “Desventuras Em Série”, que foi um filme muito famoso que foi transformado em série em 2016.
 Alguns dizem que o filme é melhor que a série e outros o contrário.
Eu aposto que num futuro próximo, assim como as séries, o Drone, por exemplo, vai substituir os carros, porque as coisas sempre vão mudar e normalmente, para melhor.
 

Saúde e Bem estar-3º bimestre



Quais os riscos de consumir álcool na gravidez?
 Ao mesmo tempo que há uma grande conscientização sobre a chamada síndrome do alcoolismo fetal – danos fetais em caso de ingestão de bebidas alcoólicas pela mãe durante a gravidez –, não se sabe ao certo se o álcool deveria ser completamente vetado ou se há um limite seguro para o consumo durante a gestação.
Em artigo publicando nesta terça-feira (12) pelo periódico científico britânico BMJ Journal, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Bristol afirma ter encontrado um número "surpreendentemente limitado" de estudos sobre o baixo consumo de álcool durante a gravidez e "escassez de evidências" sobre possíveis danos fetais.
A equipe realizou uma ampla pesquisa sobre dados de mulheres grávidas que consumiram quatro unidades de bebidas alcoólicas por semana – um total de 40 mililitros de álcool puro – o que, no Reino Unido, é considerado um consumo leve. Uma unidade corresponde a um copo de cerveja, meia taça de vinho, ou meia dose de bebidas destiladas mais fortes.
Para os britânicos, o limite recomendado a adultos é de 14 unidades semanais, mas para as grávidas, aconselha-se a abstinência total. As recomendações variam de país para país. Segundo os autores, até 80% das mulheres no Reino Unido, Nova Zelândia e Austrália consomem alguma bebida alcoólica durante a gravidez.
Neste ano, o Serviço Britânico de Aconselhamento sobre a Gravidez pediu que as autoridades não "exagerem sobre os risco de consumir pequenas quantidades de álcool" durante a gestação.
Na França, vinicultores se queixaram dos planos do governo de ampliar avisos nas garrafas sobre o consumo de álcool durante a gravidez. Alguns ativistas nas redes sociais acusaram as autoridades de "aterrorizarem" mulheres grávidas.
No Brasil, a Sociedade Brasileira de Pediatria lançou em maio deste ano uma campanha para alertar mulheres para a síndrome alcoólica fetal. O Ministério da Saúde, no entanto, reconhece a dificuldade de diagnóstico e o consumo significativo de bebidas alcoólicas pelas gestantes no país.

Melhor prevenir que remediar

O estudo divulgado nesta terça, baseado em 26 pesquisas sobre o assunto, afirma que foram encontradas evidências de que consumir até quatro unidades de álcool por semana pode estar associado a um risco mais alto de que o bebê venha a nascer em tamanho menor ou prematuramente. No entanto, os pesquisadores afirmam que os dados não são conclusivos.
"Ficamos surpresos com o fato de esse tema tão importante não ter sido pesquisado tão amplamente quanto esperávamos", afirmou Loubaba Mamluk, da Faculdade de Medicina Social e Comunitária da Universidade de Bristol.
"Na falta de provas mais contundentes, a recomendação às mulheres de se manterem longe do álcool durante a gravidez deve ser mantida como medida de precaução, sendo a opção mais segura", afirmou.
No entanto, mulheres que beberam pequenas quantidades de álcool durante a gravidez, talvez inadvertidamente, "devem ser asseguradas de que é muito pouco provável que tenham causado danos consideráveis a seus bebês", afirmam os pesquisadores.
Ainda que não esclareça a questão, a pesquisa chama a atenção para a falta de evidências dos danos causados pelo álcool em fetos.
http://g1.globo.com/bemestar/noticia/quais-os-riscos-de-consumir-alcool-na-gravidez.ghtml
Comentário:
É incrível que não existam tantas pesquisas mais aprofundadas de um assunto tão delicado quanto à bebida no corpo de mulheres grávidas.
 Todos sabem que a bebida em excesso faz mal, então, logicamente, faria mal para uma mulher que está grávida e para seu filho. Isso é o que se espera, mas talvez não seja assim, pois se a mulher ingerir pouca bebida, não necessariamente irá acontecer algo com o bebê, mas talvez faça com que seu filho nasça prematuro ou muito pequeno, então é sempre bom evitar a bebida.
 Eu não sabia ao certo se mulheres grávidas podiam beber, então eu acho que deveriam fazer mais pesquisas sobre esse assunto para informar as pessoas sobre isso.
             Eu acho que muitas mães adolescentes ou até adultas que não estão preparadas para ter um filho, deveriam ser informadas do que a bebida pode causar ao seu filho, para poder se prevenir.
             Não sei exatamente o que a bebida pode fazer com o bebê, mas saibam que é sempre bom evitar a bebida em excesso, principalmente as grávidas.